• Publicidade

Alimentos transgênicos: saiba quais são seus riscos e seus benefícios

Os alimentos transgênicos (também chamados de alimentos geneticamente modificados) são definidos como aqueles que tiveram seu DNA alterado através da engenharia genética. A combinação de genes de organismos distintos é conhecida como tecnologia do DNA recombinante, sendo o corpo resultante dessa combinação chamado de “geneticamente modificado” ou “transgênico”.

Muitas pessoas se perguntam quais são os efeitos que os alimentos transgênicos podem ter sobre a saúde e o meio ambiente. Há vantagens e desvantagens, embora até que ponto elas podem contribuir ou prejudicar os seres humanos e o ambiente é uma questão que ainda precisa ser discutida. Com toda controvérsia que gira em torno dos alimentos transgênicos, classificá-los através do imenso volume de especificações pode parecer uma tarefa assustadora.

Benefícios dos alimentos transgênicos

O benefício principal proposto pelos alimentos transgênicos é que eles podem produzir rendimentos de colheita potencialmente mais elevados. Eles também são citados como mais econômicos, apesar do custo inicial com as sementes ser maior.

A ideia dos alimentos transgênicos consiste em reduzir a necessidade de pesticidas de herbicidas, bem como a mão-de-obra necessária para uma colheita eficaz. Teoricamente, os alimentos transgênicos proporcionam mais lucros aos produtores além de suprir uma maior demanda alimentar.

Uma melhora na qualidade também é um benefício associado aos alimentos transgênicos. Um tomate, por exemplo, pode ser “projetado” para permanecer fresco por mais tempo, aumentando assim sua vida útil nos supermercados. Além desses, os alimentos transgênicos podem ser projetados também para ter um alto teor de um nutriente específico que está em falta na alimentação de um grupo populacional local.

Problemas relacionados aos alimentos transgênicos

Um problema preocupante dos alimentos transgênicos é sua capacidade de desencadear alergias em seres humanos. Alguns dos genes utilizado na modificação genética podem ser retirados de alimentos que causam essas alergias em um determinado grupo de pessoas.

Outra desvantagem dos alimentos geneticamente modificados é que alguns organismos do ecossistema podem ser prejudicados, o que levaria a uma menor biodiversidade. Ao remover uma praga que prejudica a colheita, você pode estar removendo uma fonte de alimento para um outro animal. De fato, os locais onde há grandes plantações de alimentos transgênicos podem apresentar mudanças prejudiciais ao ecossistema local como um todo.

E por último, mas não menos importante, é bom que você saiba que alguns alimentos transgênicos são modificados usando vírus e/ou bactérias. De acordo com os especialistas, isso pode resultar no surgimento de novas doenças. A ameaça para a saúde humana é um aspecto que tem gerado muito debate, que provavelmente se estenderá por um bom tempo.

Lista de alimentos transgênicos

É praticamente impossível fornecer uma lista completa de alimentos geneticamente modificados, até porque não há uma lei específica para eles. Estimativas dizem que há mais de 30 mil produtos distintos nas prateleiras dos supermercados que contenham pelo um ingrediente que seja transgênico.

Veja a seguir há alguns alimentos que encabeçam essa lista:

  • Arroz;
  • Soja;
  • Tomate;
  • Milho;
  • Batata;
  • Linho;
  • Mamão;
  • Morango;
  • Melancia;
  • Melão;
  • Abóbora;
  • Maça;
  • Ervilhas;
  • Feijão;
  • Beterraba;
  • Cebola.

O motivo para as mudanças genéticas como você já viu podem ser distintas, mas a maior parte delas é para evitar as pragas e maximizar as colheitas. Vale ressaltar que a soja, por exemplo, é um ingrediente que está presente em uma infinidade de produtos que consumimos no nosso dia a dia.

Além disso, nós consumimos os alimentos transgênicos de maneira indireta através das carnes e outros produtos de origem animal. A alimentação dos animais destinados ao nosso consumo é em grande parte baseada por grãos modificados geneticamente.

Enfim, há um número assustador de alimentos ou produtos com ingredientes geneticamente modificados circulando pelos pontos de venda. Garantir que eles irão trazer prejuízos a sua saúde é algo difícil de dizer, já que o mundo científico entra em contradição frequentemente.

Evitar o consumo dos alimentos transgênicos em sua totalidade será uma tarefa árdua, porém, opte por consumir produtos orgânicos caso queira ter certeza do que está ingerindo.

O artigo foi útil para você? Comente, curta ou compartilhe.

Leia também:
Dicas para que você possa ter uma alimentação saudável e melhorar sua qualidade de vida
7 motivos para você consumir alimentos orgânicos
Alimentos Naturais – o que são, seus benefícios e como consegui-los

Sobre Galdino

Paixão por saúde e qualidade de vida.

Desde 2013 buscando informações sobre a melhor maneira de se viver com mais saúde e melhor qualidade de vida. Mantenho alguns blogs com o objetivo principal de passar adiante as informações e o conhecimento que tenho adquirido ao longo desse tempo.

Durante esses anos tenho “corrido” atrás de conteúdos relevantes que, de alguma forma possa me ajudar e ajudar outras pessoas a viver com mais qualidade de vida.

Ps.
Tenho 47 anos, sou goiano, evangélico, solteiro e tenho um filho de 13 anos, motivo do meu orgulho e alegria.

Sou apaixonado séries e filmes de ação.
Adoraria aprender tudo sobre fotografia.

Adicionar a favoritos link permanente.

2 Comments

  1. Eu entendo a preocupação com os alimentos transgênicos porque, afinal, são relativamente novos na nossa mesa, têm apenas 15 anos. Mas o consumo é imenso, entre comida e ração, pelo mundo a fora e não há relato sério de impactos à saúde, exceto alguns artigos “científicos” de qualidade muito discutível, publicados por cientistas financiados por grandes conglomerados de venda de alimentos convencionais ou orgânicos.
    Dito isso, quero ressaltar que não há sequer um alimente transgênico no mercado cuja alergenicidade derive das novas proteínas que ele sintetize. Esta ideia de alergias ligadas aos transgênicos circula na internet, mas é pura lenda.
    Quanto ao impacto na biodiversidade, também está mais do que claro que ele é insignificante. O que impacta a biodiversidade é a monocultura, mas isso nada tem a ver com transgênicos e sim com um modelo agrícola de alta produtividade.
    Em relação à forma como as plantas e animais transgênicos são criados (usando vírus ou bactérias), é evidente que o risco é zero: nem os vírus nem as bactérias permanecem no novo organismo e os elementos genéticos que porventura sejam incorporados no novo genoma estão lá de propósito e sabemos muito bem o que fazem.
    Por fim, a lista de “alimentos transgênicos” é completamente disparatada. A imensa maioria do que está lá nunca teve uma variedade transgênica no mercado brasileiro. Aqui só temos milho, soja, algodão e feijão (que ainda não está sendo vendido). Nos EUA há mais coisas, mas ainda assim nunca se viu abóbora, morando, melancia, melão ou cebola geneticamente modificadas no supermercado.
    No fundo, esta postagem, essencialmente copiado de outra bem mais antiga, só repete o que rola na internet, sem qualquer fundo de verdade. A contribuição, portanto, fica no campo do debate.

Deixe seu comentário

  • Publicidade