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Você sabe o que é fibrilação atrial?

Considerada uma condição cardíaca grave, a fibrilação atrial consiste em uma frequência irregular do coração, acima da considerada normal, que ocorre quando as câmaras superiores do miocárdio, os átrios, trabalham em um ritmo dessincronizado e irregular.

Além de ser considerada séria, a fibrilação atrial atinge 2,5% da população, sendo comum ocorrências nas quais ela é assintomática, podendo ser diagnosticada em homens e mulheres aparentemente saudáveis. A condição pode afetar pessoas de qualquer faixa etária, mas se torna mais comum após os 40 anos de idade.

Quais são as causas da fibrilação atrial?

Entre as motivações mais recorrentes identificadas em pacientes que são diagnosticados com a fibrilação estão causas distintas, o que faz com que seja difícil de prever em quais pessoas a condição irá ocorrer. Entre as causas, destacam-se:

  • Malformações cardíacas presentes desde o nascimento;
  • Ocorrência de infartos que gerem danos na estrutura do coração;
  • Algumas válvulas cardíacas com problemas.

Entre as particularidades da fibrilação atrial está o fato de que não necessariamente ela só atinge pessoas com histórico de alterações cardíacas ou com predisposição, sendo possível ocorrer em pessoas que nunca apresentaram problemas no coração. Uma causa, pouco comum, da fibrilação atrial, são casos de infecção viral que atingem o coração e alteram o ritmo cardíaco.

Quais são os sintomas da fibrilação atrial?

Como a fibrilação atrial consiste em um ritmo irregular do coração, pode ocorrer de o bombeamento sanguíneo para determinadas partes do corpo ficar comprometido, tendo consequências físicas para os pacientes, como:

  • Falta de ar;
  • Tonturas;
  • Dores na região torácica;
  • Fadiga persistente;
  • Palpitações;
  • Desmaios e outros;

A fibrilação atrial também pode não apresentar nenhum sintoma, sendo conhecida, nesses casos, como assintomática. Como não há nenhum indício, poderá ser diagnosticada por meio do eletrocardiograma ou do exame físico.

Ainda que assintomática, a fibrilação apresenta riscos para o paciente diagnosticado, sendo importante nesses casos procurar ajuda médica, de um especialista em cardiologia, para que ele possa indicar qual o melhor tratamento para o caso específico.

Entre os tratamentos possíveis para fibrilação atrial destacam-se o medicamentoso, remédios anticoagulantes, ablação, uso de marca-passos, cardioversão elétrica e desfibriladores. Apenas um cardiologista poderá indicar qual a conduta ideal para o caso, a partir do histórico do paciente e dos resultados dos exames.

Sobre Galdino

Paixão por saúde e qualidade de vida. Desde 2013 buscando informações sobre a melhor maneira de se viver com mais saúde e melhor qualidade de vida. Mantenho alguns blogs com o objetivo principal de passar adiante as informações e o conhecimento que tenho adquirido ao longo desse tempo. Durante esses anos tenho "corrido" atrás de conteúdos relevantes que, de alguma forma possa me ajudar e ajudar outras pessoas a viver com mais qualidade de vida. Ps. Tenho 47 anos, sou goiano, evangélico, solteiro e tenho um filho de 13 anos, motivo do meu orgulho e alegria. Sou apaixonado séries e filmes de ação. Adoraria aprender tudo sobre fotografia.
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