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Mal de Alzheimer

Para entender o Mal de Alzheimer antes de tudo é preciso compreender tanto o significado da palavra demência quanto o seu conceito clínico. Demência em seu significado linguístico refere-se à “ausência ou diminuição da mente” e já perante a medicina é compreendida como a perda progressiva das capacidades humanas cognitivas. Isso pode ocorrer parcial ou completamente e faz com que o indivíduo aos poucos perca a sua autonomia.

Ou seja, o mal de Alzheimer é um tipo de demência. Na verdade ele é a que mais acomete a população. Infelizmente não há cura para esse mal, sendo que ele continua evoluindo progressivamente até levar o paciente à morte. Tal nome deve-se ao psiquiatra de origem germânica Alois Alzheimer que foi o primeiro a descrever a doença.

Incidência e causas do Mal de Alzheimer

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que até o ano de 2050 cerca de uma a cada oitenta e cinco pessoas serão acometidas pela  doença. Cerca de 1% dos idosos de 65 – 70 anos possuem o mal de Alzheimer e a incidência tende a aumentar conforme maior é a idade.

A maior parte dos casos de Alzheimer possuem causas desconhecidas (95%), sendo que até 5% das que são conhecidas estão comumente atreladas a fatores genéticos. Tudo o que há por enquanto são hipóteses para as grandes causas da doença, que abrangem fatores genéticos, insuficiência na síntese de neurotransmissores de acetilcolina, a hipótese de que o acúmulo da substância chamada amiloide causaria a doença, além da hipótese de anormalidade em uma proteína chamada tau e mais algumas outras possibilidades de causa.

Sintomas e diagnóstico do Mal de Alzheimer

Normalmente os sintomas são erroneamente confundidos com fatores relacionados ao avanço da idade. Inicialmente o Alzheimer afeta a memória de curto prazo, fazendo com que o paciente esqueça-se de eventos recentes. Inicialmente a hipótese da doença pode ser confirmada por alguns exames de raciocínio.

Todavia, também é possível realizar o diagnóstico por meio de um exame que averigua parte do tecido cerebral. E essa é a única forma de atestar com 100% de certeza que o paciente realmente está acometido pelo mal de Alzheimer.

Conforme o passar do tempo o paciente tende a apresentar outros sintomas, tal como confusão, dificuldade de expressar-se e perdas de memória, além de transtornos de humor, irritabilidade e agressividade. Conforme o desenvolvimento da patologia o paciente começa a isolar-se socialmente enquanto suas funções corporais vão diminuindo, até que isso resulte em sua morte.

Tratamentos para o Mal de Alzheimer

Felizmente chegamos a uma etapa fundamental que visa tratar a doença. Como vimos inicialmente, o mal de Alzheimer é uma doença degenerativa e incurável. Não há medicação que seja capaz de combater as causas da doença de modo que ela seja neutralizada. Porém, hoje em dia existem tratamentos capazes de amenizar os sintomas da doença, tratando dos seus sintomas e proporcionando maior qualidade de vida aos portadores.

Comumente o mal de Alzheimer trás consigo distúrbios do comportamento e eles são tratados de acordo com intensidade e o tipo de doença recorrente, tal como a confusão e a depressão.

Também há os tratamentos específicos que visam equilibrar a bioquímica cerebral, visando assim amenizar a perda de memória e fazer com que o paciente mantenha sua autonomia tanto quanto possível. Nesse sentido várias drogas podem ser ministradas, tal como a Alois e a Exelon, entre outras. Porém, nos estágios mais avançados da doença seu efeito já não é tão grande em vigor ao estado degenerado do paciente. Além do mais, tais drogas possuem efeitos colaterais, principalmente gástricos.

Podemos concluir que o mal de Alzheimer é uma doença séria e muito triste que necessita de carinho e compreensão por parte dos familiares daquele que é acometido. Felizmente, segundo estudado por cientistas as pessoas com um estilo de vida saudável para corpo e mente, tal como as que desenvolvem o hábito da leitura, praticam jogos intelectuais como dama, xadrez, além de estudar a música; possuem menor risco de desenvolver a doença.

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Sobre Galdino

Paixão por saúde e qualidade de vida. Desde 2013 buscando informações sobre a melhor maneira de se viver com mais saúde e melhor qualidade de vida. Mantenho alguns blogs com o objetivo principal de passar adiante as informações e o conhecimento que tenho adquirido ao longo desse tempo. Durante esses anos tenho "corrido" atrás de conteúdos relevantes que, de alguma forma possa me ajudar e ajudar outras pessoas a viver com mais qualidade de vida. Ps. Tenho 47 anos, sou goiano, evangélico, solteiro e tenho um filho de 13 anos, motivo do meu orgulho e alegria. Sou apaixonado séries e filmes de ação. Adoraria aprender tudo sobre fotografia.
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