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FIV – fertilização in vitro – para Baixa reserva ovariana

A baixa reserva ovariana é um dos principais fatores que impedem um casal de conseguir engravidar e está diretamente relacionada à idade feminina avançada. Contudo, por meio de tratamentos de reprodução humana, tal como a (FIV) fertilização in vitro, é possível que um casal consiga engravidar, mesmo com esse diagnóstico.

Conforme o tempo passa, as mulheres estão deixando a maternidade, cada vez mais, para um momento futuro. Esse adiamento, na maioria dos casos, é devido ao aumento do nível escolar, à maior participação no mercado de trabalho e ao desejo de realizar-se profissionalmente e conseguir se estabilizar financeiramente antes de construir uma família.

No entanto, quando elas se consideram preparadas para ser mãe, é muito comum encontrarem dificuldades para engravidar, devido, principalmente, à idade avançada.

Idade x fertilidade feminina

As mulheres já nascem com uma quantidade de óvulos determinada que, com o passar do tempo, vai diminuindo. Após os 35 anos essa redução é ainda mais acentuada, até chegar na menopausa, que representa o fim da ovulação da mulher, ou seja, o esgotamento da reserva ovariana.

Ao longo dessa transição, além da quantidade de óvulos da reserva sofrer queda, a qualidade dos gametas femininos também é alterada, o que aumenta ainda mais as taxas de infertilidade ou as chances de uma gravidez de risco ou de aneuploidias. Mas, com o auxílio de um tratamento de reprodução humana, como a FIV, as chances são maiores.

Quando a FIV é indicada para casos de baixa reserva ovariana?

A fertilização in vitro (FIV) é o tratamento mais indicado para casos de baixa reserva ovariana, assim como para a maioria das demais causas de infertilidade conjugal. Isso porque o tratamento apresenta taxas de sucesso bastante satisfatórias.

Os especialistas em reprodução humana costumam indicar a FIV, pois, por meio de outras técnicas, ela pode apresentar aumento na taxa de gravidez. Estas técnicas podem ser:

  • Mini-FIV: Um procedimento muito parecido com a FIV tradicional, com a diferença de que são utilizadas doses menores de medicação para o estímulo ovariano, fazendo com que apenas óvulos de melhor qualidade sejam amadurecidos. É uma técnica que visa mais a qualidade do que a quantidade de óvulos para serem coletados para a FIV;
  • Doação de óvulos: Nessa técnica, são utilizados óvulos de uma doadora anônima, que também está em meio a um tratamento de reprodução humana e teve óvulos excedentes. Os óvulos doados são fertilizados com o espermatozoide do parceiro da receptora e os embriões resultantes são acompanhados até serem transferidos ao útero da receptora;
  • Congelamento de óvulos: Em alguns casos, o especialista orienta o congelamento dos gametas femininos como uma forma de aumentar as chances de sucesso em paciente com baixa reserva ovariana. O congelamento é realizado logo após da coleta dos óvulos e é repetido em mais de um ciclo ovulatório da paciente. Dessa forma, permite a criação de um banco de óvulos com uma quantidade considerada ideal ou bem próxima a ela para a transferência, aumentando as chances de implantação.

Independentemente de qual seja o diagnóstico da causa da infertilidade, apenas um especialista em reprodução humana poderá orientar ao tratamento ideal para o caso. Por isso, sempre que um casal apresentar dificuldades para engravidar, é indicado buscar por um profissional qualificado.

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